Caravelas, Bahia – Michelle e Dudu, ou meu amigo Baiano!
abril 2, 2012
Se gosto tanto da Bahia, muito desse amor é culpa desse cara aí! O Dudu. Ou o Baiano. Baianêra! Grande amigo e colega desde os tempos de publicidade na PUC, companheiro das bagunças, de projetos, de tours paradisíacos e dos campos futebolísticos desse Brasil. Rs! O Dudu e sua família me recebem no melhor da hospitalidade baiana desde o longínquo carnaval de 1998! Ano vai, ano vem e lá estou eu fazendo minha visita a essa terra de sol quente, praias inesquecíveis, gente boa e muito descanso! A Bahia sempre me fez bem! E dessa vez me deixou realmente muito feliz!
É… existem trabalhos que são especiais por natureza. E fotografar o casamento desses dois, foi como fotografar o casamento de meu próprio irmão! Me alegrou muito poder acompanhar de perto esses momentos tão especiais e sentir o quanto ele e a Michelle estão realmente no caminho certo! Muito bom saber que, nesse casal, o amor encontrou a tranquilidade e a calma baiana para ali ficar durante uma vida toda… daquele jeito… beeem sossegado!!!
E tenho a certeza de que de tempos em tempos estaremos juntos novamente, para poder renovar essa amizade e a extender a nossas próximas gerações, que terão o prazer de viver nesse delicioso intercâmbio, Minas-Bahia. Aproveitando o melhor desses dois ricos mundos!
E como dizem por aí meus queridos, “foi massa”!!! Valeu demais por tudo, mais uma vez! E espero de coração que a vida lhes traga muito mais da alegria desse grande dia!
Um grande abraço!
Cabelinho.
P.S. especial: Agradeço muito, também, a meu grande amigo e companheiro de fotos, Alyson Luiz de Carvalho, que topou, sem pestanejar, me acompanhar nessa jornada!!! Valeu demais, companheiro! Pode saber que sua companhia e ajuda foram essenciais! E algumas das fotos abaixos são suas, ok!? E estão devidamente creditadas! rs! Brigadão!
Céu de Brasília, Traço do Arquiteto…
fevereiro 7, 2012
Uma pequena homenagem a ela.
Linha Do Equador
Djavan
Luz das estrelas
Laço do infinito
Gosto tanto dela assim
Rosa amarela
Voz de todo grito
Gosto tanto dela assim
Esse imenso, desmedido amor
Vai além de seja o que for
Vai além de onde eu vou
Do que sou, minha dor
Minha Linha do Equador
Esse imenso, desmedido amor
Vai além que seja o que for
Passa mais além do
Céu de Brasília
Traço do arquiteto
Gosto tanto dela assim
Gosto de filha música de preto
Gosto tanto dela assim
Essa desmesura de paixão
É loucura de coração
Minha Foz do Iguaçu
Pólo Sul, meu azul
Luz do sentimento nu
Esse imenso, desmedido amor
Vai além que seja o que for
Vai além de onde eu vou
Do que sou, minha dor
Minha Linha do Equador
Mas é doce morrer nesse mar de lembrar
E nunca esquecer
Se eu tivesse mais alma pra dar
Eu daria, isso pra mim é viver
Renata e Oliver – Tiradentes, MG.
abril 7, 2011
Quantos caminhos devemos percorrer para encontrarmos a felicidade? Quais são os eventos que nos levam ao encontro do nosso tão esperado “destino”? Histórias como a de Renata e Oliver, que tive o prazer de acompanhar de perto, costumam nos trazer essas questões, mas mais ainda, nos fazem compreender que não precisamos sempre de todas as repostas. O mais importante de tudo é, durante essa jornada, sabermos reconhecer o amor quando esse nos aparecer. E não nos separarmos mais dele!
Ela brasileira. Ele inglês. Destinos cruzados na terra da rainha, mas de lá seguiram para as incertezas de um país muito diferente de tudo o que conheciam. A China! Partiram rumo ao novo, ao desconhecido. Um ano inteiro de uma cultura completamente diferente de tudo que já haviam vivido. Mas foi também um ano de muito companheirismo e aproximação. Nos bons momentos e também nas dificuldades, estavam sempre juntos. Superaram a barreira da nova língua sabendo que podiam contar sempre um com o outro e com a linguagem universal do amor!
Existe ainda um capítulo à parte. Um pedaço muito importante dessa história que fez com que tudo acontecesse! O amor e a dedicação de uma mãe que, com muito esforço e competência, conseguiu planejar e organizar todos os detalhes com harmonia e alegria para que esse casamento se tornasse realidade e todos pudessem ter um final de semana inesquecível. Karla, a mãe da Renata, conseguiu dar a sua filha e a todos os seus convidados um presente belíssimo!
O local escolhido para esse dia tão importante não poderia ser mais belo, a Igreja Matriz de Tiradentes dispensa comentários e a boa energia que se sentia na festa era a confirmação de que tudo estava perfeito! Familiares e amigos constataram que o amor de Renata e Oliver, que agora unia essas duas famílias, não poderia estar melhor amparado! E pra quem veio de muito longe, do outro lado do atlântico, ficou a certeza de que nós, brasileiros, sabemos muito bem como comemorar grandes acontecimentos!
Parabéns, Renata e Oliver! E que a vida de vocês, aí no velho continente, conte com o calor e a alegria das pessoas queridas, que estão por aqui, torcendo pela sua felicidade!
Um grande abraço,
Felipe Temponi.
- Caminhos cruzados.
Agradeço ao meu parceiro e amigo Thiago Soraggi que fotografou comigo e ao meu grande amigo Miro que, como assistente, ajudou com muita boa vontade na execução desse trabalho!
Em Petrópolis com a La Foto
março 30, 2011
Da Cidade Imperial, vem esse novo trabalho. Fotógrafos encarregados, Thiago Mamede, Du Santos e eu. Mais uma bela história de amor e com ares de realeza. A linda Catedral de São Pedro de Alcântara continua a me impressionar por sua beleza e linhas. E viajar a trabalho continua sendo muito satisfatório.
Espero que gostem.
Abraço amarelo.
As cores do subterrâneo
outubro 26, 2010
No pequeno município de Cordisburgo, encontra-se mais um belo tesouro mineiro! A famosa Gruta do Maquiné! Passeio de fácil acesso e muito agradável para os cidadãos belorizontinos. A cidade ainda oferece como atração turística a “casa museu” de um importante filho de suas terras: Guimarães Rosa! Fora a boa e velha gastronomia mineira, saborosamente servida nos simples e baratos restaurantes locais.
A nova iluminação da gruta está um espetáculo a parte. E para os visitantes, fica claro o por que de seus majestosos salões terem sido usados como locações de filmes, novelas globais e até palco de pomposos casamentos!
Uma ótima pedida para um fim de semana diferente. E um grande banquete para os olhos de qualquer fotógrafo!
Curtam!
Abraços amarelos!
P.s: Grande período de ausência por aqui. Mas isso não significa que não esteja fotografando (e bastante!) no mundo real! Aos poucos, tiro o meu atraso de postagens!

Foto muito similar a recordação que tinha dessa gruta. Lembranças de uma excursão escolar quando era apenas um menino bem pequeno. Hoje sou só pequeno! rs!

Aposto que os 33 mineiros chilenos não tiveram uma refeição tão boa quanto essa quando saíram do buraco!
E bons ventos me trazem
setembro 24, 2010
Mais um pouco do Rio Grande do Norte. Mais um pouco de dias felizes. Mais um pouco de vento.
“O que seria da pipa, se não fosse o vento? Da alegria de voar, lhe restaria a companhia do carretel e da rabiola. Pensando bem, ela ainda seria muito feliz.”
Felipe Temponi
Bons ventos me levam
setembro 22, 2010
Na linguagem náutica, a calmaria é uma zona com pouco ou nenhum vento, ou seja, a embarcação que se encontra nesse mar de azeite é obrigada a se deixar levar pelas correntes… não se pode manobrar e o jeito é relaxar e aproveitar o paraíso do descanso que se encontra ao seu redor.
Porém, existem momentos em nossa vida onde calmaria demais não leva a lugar algum. Principalmente quando os braços já se encontram cansados de remar contra a maré. E são nesses momentos que ficamos rezando e torcendo para que, ao menos, uma tímida brisa nos toque. Por menor que seja! Qualquer movimento do ar serve como um sopro de esperança para que possamos voltar nosso barco para a direção que traçamos e possamos seguir viagem sabendo que logo, logo, mais cedo ou mais tarde, os deuses vão olhar para nossa pequena e frágil nau e ordenar que um vento mais intenso nos embale e nos leve, novamente, rumo ao nosso destino.
Nessa hora, não é difícil pensar que numa viagem tão longa quanto essa, possa surgir a, qualquer momento no horizonte, uma grande nuvem escura e carregada. E será preciso encarar o fato de que, logo, os ventos mudarão novamente, mas dessa vez serão o presságio de uma turbulenta e iminente tempestade.
Mas todo bom marinheiro sabe que depois da tempestade, vem sempre a calmaria…
Bons ventos me levaram para o Rio Grande do Norte. Lá onde o Brasil faz a curva. E nessa temporada foi registrada a maior incidência de ventos dos últimos anos.
CONTINUA…
Um pouco do que vi em Paris
julho 17, 2010
Esse ano, realizei, pelo menos em parte, um grande sonho: conheci a Europa! Digo em parte, por que tenho a certeza de que ainda tenho muito a ver (e fotografar) por lá! Foi uma viagem de 10 dias, duas cidades, e inúmeros deslumbramentos.
É difícil descrever a sensação de um fotógrafo quando se encontra em um lugar tão belo e cheio de novas informações visuais e sensoriais como em Paris. Ainda mais quando se têm roteiros e tempo para cumprir! Ou seja, temos que ser turistas antes de fotógrafos. Não estamos ali sozinhos e temos que deixar um pouco do nosso lado “autista de observar o mundo” sob controle. Parece que estamos o tempo inteiro deixando alguma coisa para trás… que devíamos ter olhado com mais calma, de outro ângulo, de outra maneira, ou ter absorvido um pouco mais aquele ambiente antes de partir. É um sentimento estranho…
Mas de qualquer maneira, as primeiras impressões são sempre importantes, certo? E é basicamente disso que se tratam as fotos a seguir. Minha rápida descoberta de uma cidade que tem muito mais por de trás do primeiro olhar. Uma cidade que, sem dúvida, te convida a imergir em suas pequenas nuances e oferece um mar de sensações em cada um de seus indescritíveis recantos.
Tento agora trazer um pouco do que vi por lá para vocês!






































































































































































































































































































