Se gosto tanto da Bahia, muito desse amor é culpa desse cara aí! O Dudu. Ou o Baiano. Baianêra! Grande amigo e colega desde os tempos de publicidade na PUC, companheiro das bagunças, de projetos, de tours paradisíacos e dos campos futebolísticos desse Brasil. Rs! O Dudu e sua família me recebem no melhor da hospitalidade baiana desde o longínquo carnaval de 1998! Ano vai, ano vem e lá estou eu fazendo minha visita a essa terra de sol quente, praias inesquecíveis, gente boa e muito descanso! A Bahia sempre me fez bem! E dessa vez me deixou realmente muito feliz!

É… existem trabalhos que são especiais por natureza. E fotografar o casamento desses dois, foi como fotografar o casamento de meu próprio irmão! Me alegrou muito poder acompanhar de perto esses momentos tão especiais e sentir o quanto ele e a Michelle estão realmente no caminho certo! Muito bom saber que, nesse casal, o amor encontrou a tranquilidade e a calma baiana para ali ficar durante uma vida toda… daquele jeito… beeem sossegado!!!

E tenho a certeza de que de tempos em tempos estaremos juntos novamente, para poder renovar essa amizade e a extender a nossas próximas gerações, que terão o prazer de viver nesse delicioso intercâmbio, Minas-Bahia. Aproveitando o melhor desses dois ricos mundos!

E como dizem por aí meus queridos, “foi massa”!!! Valeu demais por tudo, mais uma vez! E espero de coração que a vida lhes traga muito mais da alegria desse grande dia!

Um grande abraço!

Cabelinho.

P.S. especial: Agradeço muito, também, a meu grande amigo e companheiro de fotos, Alyson Luiz de Carvalho, que topou, sem pestanejar, me acompanhar nessa jornada!!! Valeu demais, companheiro! Pode saber que sua companhia e ajuda foram essenciais! E algumas das fotos abaixos são suas, ok!? E estão devidamente creditadas! rs! Brigadão!

  

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Uma pequena homenagem a ela.

Linha Do Equador

Djavan

Luz das estrelas
Laço do infinito
Gosto tanto dela assim
Rosa amarela
Voz de todo grito
Gosto tanto dela assim

Esse imenso, desmedido amor
Vai além de seja o que for
Vai além de onde eu vou
Do que sou, minha dor
Minha Linha do Equador
Esse imenso, desmedido amor
Vai além que seja o que for
Passa mais além do

Céu de Brasília
Traço do arquiteto
Gosto tanto dela assim
Gosto de filha música de preto
Gosto tanto dela assim

Essa desmesura de paixão
É loucura de coração
Minha Foz do Iguaçu
Pólo Sul, meu azul
Luz do sentimento nu

Esse imenso, desmedido amor
Vai além que seja o que for
Vai além de onde eu vou
Do que sou, minha dor
Minha Linha do Equador

Mas é doce morrer nesse mar de lembrar
E nunca esquecer
Se eu tivesse mais alma pra dar
Eu daria, isso pra mim é viver

Quantos caminhos devemos percorrer para encontrarmos a felicidade? Quais são os eventos que nos levam ao encontro do nosso tão esperado “destino”? Histórias como a de Renata e Oliver, que tive o prazer de acompanhar de perto, costumam nos trazer essas questões, mas mais ainda, nos fazem compreender que não precisamos sempre de todas as repostas. O mais importante de tudo é, durante essa jornada, sabermos reconhecer o amor quando esse nos aparecer. E não nos separarmos mais dele!

Ela brasileira. Ele inglês. Destinos cruzados na terra da rainha, mas de lá seguiram para as incertezas de um país muito diferente de tudo o que conheciam. A China! Partiram rumo ao novo, ao desconhecido. Um ano inteiro de uma cultura  completamente diferente de tudo que já haviam vivido. Mas foi também um ano de muito companheirismo e aproximação. Nos bons momentos e também nas dificuldades, estavam sempre juntos. Superaram a barreira da nova língua sabendo que podiam contar sempre um com o outro e com a linguagem universal do amor!

Existe ainda um capítulo à parte. Um pedaço muito importante dessa história que fez com que tudo acontecesse! O amor e a dedicação de uma mãe que, com muito esforço e competência, conseguiu planejar e organizar todos os detalhes com harmonia e alegria para que esse casamento se tornasse realidade e todos pudessem ter um final de semana inesquecível. Karla, a mãe da Renata, conseguiu dar a sua filha e a todos os seus convidados um presente belíssimo!

O local escolhido para esse dia tão importante não poderia ser mais belo, a Igreja Matriz de Tiradentes dispensa comentários e a boa energia que se sentia na festa era a confirmação de que tudo estava perfeito! Familiares e amigos constataram que o amor de Renata e Oliver, que agora unia essas duas famílias, não poderia estar melhor amparado! E pra quem veio de muito longe, do outro lado do atlântico, ficou a certeza de que nós, brasileiros, sabemos muito bem como comemorar grandes acontecimentos!

Parabéns, Renata e Oliver! E que a vida de vocês, aí no velho continente, conte com o calor e a alegria das pessoas queridas, que estão por aqui, torcendo pela sua felicidade!

Um grande abraço,

Felipe Temponi.

Caminhos cruzados.

Suave Vestido.

Com quantas mãos se faz um penteado?

A Serra de São José. Cenário de uma bela estória com final feliz!

Ensaiando o discurso. Palavras do coração. Foto: Thiago Soraggi

Descontraindo o ensaio. Foto: Thiago Soraggi.

Delicada maquiagem.

Com quantas mãos se ajusta um véu?

Orgulho de irmã. Sister´s pride. Foto: Thiago Soraggi

Inspiração.

E a cabeça lá no altar...

A beleza histórica de Minas. Igreja que emociona!

A grandeza da arte e da fé.

Momento de muita expectativa. Foto: Thiago Soraggi

Última chamada.

Singelas e tímidas daminhas.

Os responsáveis pela trilha sonora. Foto: Thiago Soraggi

O emocionante caminho até o altar.

Momento de sorrir e fazer sorrir.

Amor familiar. A avó, a mãe e o sogro da noiva.

Enfim, lado a lado.

De tirar o fôlego.

Unidos pelo o amor.

Mais unidos ainda!

Mais uma cerimônia emocionante e tocante.

O melhor lugar do beijo!

Diversão de daminha!

Felizes! E sob o olhar dos turistas.

Carinho.

Passagem para uma linda festa!

A tradição dos discursos nos casamentos ingleses...

... que tanto divertiram e emocionaram a todos!

Vamos celebrar!

A Pousada Brisa da Serra, carinhosamente preparada para o grande dia.

La se vai mais um bouquet!

Com quem vai ficar!?

Sempre um momento de muita alegria!

O Oliver também mandou o seu.

O charme da ginga inglesa.

E o humor também!

Embalos de um belo casamento!

Mais um viva para a Renata! Ela merece!!!

Orgulho de uma mãe realizada e feliz!

A alegria do amor no olhar.

Que Deus abençoe essa linda comunhão. Obrigado pela confiança, Renata. Oliver e Karla.

Agradeço ao meu parceiro e amigo Thiago Soraggi que fotografou comigo e ao meu grande amigo Miro que, como assistente, ajudou com muita boa vontade na execução desse trabalho!

Clique na imagem para acessar o trabalho completo no blog da La Foto

Da Cidade Imperial, vem esse novo trabalho. Fotógrafos encarregados, Thiago Mamede, Du Santos e eu. Mais uma bela história de amor e com ares de realeza. A linda Catedral de São Pedro de Alcântara continua a me impressionar por sua beleza e linhas. E viajar a trabalho continua sendo muito satisfatório.

Espero que gostem.

Abraço amarelo.

 

As cores do subterrâneo

outubro 26, 2010

No pequeno município de Cordisburgo, encontra-se mais um belo tesouro mineiro! A famosa Gruta do Maquiné! Passeio de fácil acesso e muito agradável para os cidadãos belorizontinos. A cidade ainda oferece como atração turística a “casa museu” de um importante filho de suas terras: Guimarães Rosa! Fora a boa e velha gastronomia mineira, saborosamente servida nos simples e baratos restaurantes locais.

A nova iluminação da gruta está um espetáculo a parte. E para os visitantes, fica claro o por que de seus majestosos salões terem sido usados como locações de filmes, novelas globais e até palco de pomposos casamentos!

Uma ótima pedida para um fim de semana diferente. E um grande banquete para os olhos de qualquer fotógrafo!

Curtam!

Abraços amarelos!

P.s: Grande período de ausência por aqui. Mas isso não significa que não esteja fotografando (e bastante!) no mundo real! Aos poucos, tiro o meu atraso de postagens!

Se não me engano, essas cores são naturais. Algum tipo de fungo.

Entranhas terrenas.

A bela e colorida entrada!

Fico imaginando quantas vezes esse guia passou por essa porta.

Em algum lugar, tinha um elefante. Não tenho certeza se era aqui.

Nenhum morcego a vista!

Concha no teto que acaba dentro d´água!

Foto muito similar a recordação que tinha dessa gruta. Lembranças de uma excursão escolar quando era apenas um menino bem pequeno. Hoje sou só pequeno! rs!

 

Uma pequena cidade de ponta cabeça.

 

Grande salão.

 

Paredes púrpuras.

 

...

 

Saindo do buraco! Sem a ajuda da Fênix II!

 

Aposto que os 33 mineiros chilenos não tiveram uma refeição tão boa quanto essa quando saíram do buraco!

 

Detalhe do Monumento "Portal do Sertão", na bela praça da cidade!

 

Velha Máquina de Guimarães Rosa. Dela saíram grandes clássicos da literatura brasileira!

 

Textos que lhe renderam muitos prêmios! Esse é um deles! Troféu Gutemberg!

E bons ventos me trazem

setembro 24, 2010

Mais um pouco do Rio Grande do Norte. Mais um pouco de dias felizes. Mais um pouco de vento.

“O que seria da pipa, se não fosse o vento? Da alegria de voar, lhe restaria a companhia do carretel e da rabiola. Pensando bem, ela ainda seria muito feliz.”

Felipe Temponi

Pseudo-degraus.

O Rei da Urca do Tubarão. O homem das palavras de Gostoso.

Seu amor em letras.

Sob minha direção.

Composição previsível, mas irresistível!

Mar pintor.

Queria entender o por que de janelas tão pequenas em cidade tão quente.

Vento é o que não falta para os 23m de cada pá.

Passantes em Pipa.

Pipa na maré alta.

Restaurante cubista.

Entre "Tapas" e beijos.

Paredão do paraíso.

Pipa na maré baixa.

Mais um lugar que vale a viagem. Chapadão.

Carrinho em rocha grande.

Passos da menina florida.

Sorriso que me faz sorrir.

Boas cores.

Deve ser a padroeira dos barquinhos.

Essa foto não é minha. E está uma beleza.

Arte de sobremesa.

Verdes e azuis infinitos.

Auto-retrato sombrio.

Bons ventos me levam

setembro 22, 2010

Na linguagem náutica, a calmaria é uma zona com pouco ou nenhum vento, ou seja, a embarcação que se encontra nesse mar de azeite é obrigada a se deixar levar pelas correntes… não se pode manobrar e o jeito é relaxar e aproveitar o paraíso do descanso que se encontra ao seu redor.

Porém, existem momentos em nossa vida onde calmaria demais não leva a lugar algum. Principalmente quando os braços já se encontram cansados de remar contra a maré. E são nesses momentos que ficamos rezando e torcendo para que, ao menos, uma tímida brisa nos toque. Por menor que seja! Qualquer movimento do ar serve como um sopro de esperança para que possamos voltar nosso barco para a direção que traçamos e possamos seguir viagem sabendo que logo, logo, mais cedo ou mais tarde, os deuses vão olhar para nossa pequena e frágil nau e ordenar que um vento mais intenso nos embale e nos leve, novamente, rumo ao nosso destino.

Nessa hora, não é difícil pensar que numa viagem tão longa quanto essa, possa surgir a, qualquer momento no horizonte, uma grande nuvem escura e carregada. E será preciso encarar o fato de que, logo, os ventos mudarão novamente, mas dessa vez serão o presságio de uma turbulenta e iminente tempestade.

Mas todo bom marinheiro sabe que depois da tempestade, vem sempre a calmaria…

Bons ventos me levaram para o Rio Grande do Norte. Lá onde o Brasil faz a curva. E nessa temporada foi registrada a maior incidência de ventos dos últimos anos.

Formas e linhas depois do maior cajueiro do mundo.

O suco da bendita fruta.

Vela de Genipabu.

Conduzindo a balsa.

DEUS TE GUI.

Asfalto sobre as dunas.

Lá, é chamado de camaleão. Para a maioria é uma iguana mesmo.

Na Árvore do Amor.

...

Velho cais.

Compondo.

Sobre as largas paredes do forte.

A tranquilidade da noite de São Miguel do Gostoso.

Tapioca Marguerita.

Praia da areia que pinica a canela.

Pés feios, concha bonita.

Recanto de Tourinhos.

Seguindo o pôr do sol.

Um dos motivos que vale a visita.

Ela e o buggy.

Ela o buggy e a casinha do pescador. Fora a jangada.

Estampa solar.

Listrados.

O maior do Brasil. Farol do Calcanhar.

Um farol, vários pontos de vista.

CONTINUA…